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John Alcock estará no XXVII Encontro Anual de Etologia, em Bonito, MS

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Uma notícia que foi confirmada agora pelo Prof. José Sabino, organizador do XXVII EAE, de que a conferência de abertura será realizada pelo Professor Emérito JOHN ALCOCK. Quase todos já ouviram falar de John Alcock ; ou melhor, leram algum dos seus livros. Prof. John Alcock é norte-americano, nascido em 1942. J. Alcock é Professor Emérito da Escola de Ciências da Vida da Arizona State University. Tem se notabilizado por grandes contribuições em etologia e em sociobiologia, sendo considerado um dos maiores etólogos da atualidade. Tem estudado os sistemas sexuais de insetos, incluindo a evolução da diversidade populacional. Seu papel como cientista é reconhecido com a publicação de vários livros, traduzidos nos principais idiomas (inclusive português) e lidos por quase todos os etólogos do mundo. Veja: Alcock, J. 2005. Animal Behavior: An Evolutionary Approach. Eighth edition. Sinauer Associates. Sunderland , Mass. 640 pp. Alcock, J. 2001. The Triumph of Sociobiology. Oxford...

Regulamentada pela Presidencia da República a lei sobre uso dos animais

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Noticiado hoje na Folha de São Paulo ( escrito por Eduardo Geraque ): "Na prática, a regulamentação da chamada Lei Arouca, que acaba de ser assinada pelo presidente Lula, institui pela primeira vez no país o controle oficial sobre a utilização de animais nas pesquisas e no ensino. Após ficar em tramitação por 13 anos no Congresso, a legislação que organiza como será o uso de cobaias no país acabou sancionada em outubro. O texto da regulamentação, publicado no Diário Oficial em 16 de julho, normatiza a criação do Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal). "Este órgão central, que terá todas as informações sobre a criação e o uso de animais em laboratório, deverá ser criado em aproximadamente 30 dias", diz Marcel Frajblat, pesquisador da Universidade do Vale do Itajaí (SC) e presidente do Cobea (Colégio Brasileiro de Experimentação Animal). Segundo o texto de regulamentação da lei, o Concea será presidido pelo ministro da Ciência...

Um breve recesso para viajar

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Estamos de volta! estivemos viajando em um local de difícil acesso à internet mas com muita natureza inspiradora sobre o comportamento animal. Aproveitando que muita gente estava também viajando ou simplesmente descansando em seu lar, ficamos sem dar notícias acadêmicas e etológicas. Agora vem bastante informação por aí. Abraços

Fingindo-se de morto para que o vizinho seja atacado

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Alguns animais se tornam imóveis e em posição corporal que se aprece a um animal morto quando está frente a um perigo iminente. Na etologia esse comportamento é conhecido como imobilidade tônica, tanatose, catatonia, hipnose, fingir-se de morto, ou death-feigning. Existem cinco hipóteses para explicar esse comportamento: Evitar uma presa morta: fingindo-se de morto a presa comunica que pode conter patógenos ou risco de contaminação de doenças. A ocultação: quando uma presa cai de um local para outro subitamente atrapalhando a trajetória e detecção por um predador iminente. A defesa física: a posição de morto posiciona os membros e apêndices do animal de forma mais larga dificultando a predação ou deglutição do predador. A perda de interesse do predador: a presa se salva de predadores que atacam apenas presas móveis. A sinalização de alarme químico: a posição da presa em imobilidade sinaliza a sua não palatabilidade, desestimuland...

Cartaz do XXVII Encontro Anual de Etologia

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Folder do XXVII Encontro de Etologia

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Em breve surgirá a versão impressa. Ajude a divulgar, peça uma à organização do Encontro.

Passarinhos (não são corvos nem papagaios) reconhecem pessoas rapidamente em ambiente urbano

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A crescente ocupação urbana* tem levado a uma modificação no comportamento e na ecologia de diversas espéceis de animais. Algumas espécise parecem se beneficiar dessa interação enquanto outras, talvez a maioria, estão em pleno declínio. Um dos motivos do sucesso de algumas espécies em conviver com humanos, em áreas urbanizadas, é a capacidade de se adaptarem adotando estratégias novas ou exacerbando algumas características inerentes de defesa e adaptação. Os mockinbirds ( Mimus polyglottos ), uma espécie de sabiá norte-americano, da família Mimidae, parecem ser animais privilegiados quanto à capacidade de aprendizagem e particularmente em relação às características físicas de pessoas. Alguns desses pássaros foram observados no campus universitário da Florida (Gainesville), onde vivem em contato com centenas de transeuntes todos os dias. Os pássaros foram submetidos a um elegante experimento para testar a capacidade de se adaptarem ou reconhecerem potenciais predadores. Estudiosos...

Uma foto, muitas lágrimas

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Foto realizada por Vanner Boere, dia 14 de junho, 11 horas, na estrada federal que liga Uberlândia a Uberaba, MG, a 1 Km da localidade denominada "Mata do Lobo". Fêmea, prenhe com mamas repletas. Morte ocorreu provavelmente na madrugada (ainda não havia rigor mortis). Poucas escoriações mas uma lesão na cabeça, provavelmente uma pancada de veículo em movimento. Como a etologia pode contribuir para minorar esses efeitos?

Posse responsável de animais, por etólogos

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Foi publicado na Ciência Hoje , revista da SBPC, uma resenha do sócio Prof. Gelson Genaro juntamente com a Médica Veterinária Eliana Colluci, sobre a posse responsável de cães e gatos. Essa temática passou dos limites administrativos, das políticas sociais, para uma preocupação da ciência e especialmente da etologia. Os etologistas e aspirantes a tal, deveriam estudar a relação entre donos e donas e seus cães, avaliando o que faz com que haja atração e negligência na criação de animais. Acima estão fac-símiles do artigo publicado.

Um pássaro que em 45 anos fez viagens entre o País de Gales e o Brasil

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Em 1957, na ilha de Bardsey (País de Gales) ornitologistas marcaram um procelarídeo ( Puffinus puffinus ), um pássaro migratório que freqüenta a costa brasileira. São pássaros que vivem na costa (veja figura acima). Em abril de 2002 os ornitologistas descobriram que o mesmo pássaro estava vivo e voando para a América do Sul a cada inverno. Nesses 45 anos calcula-se que o pássaro tenha voado algo como cinco milhões de milhas. Informação obtida de futilitycloset (http://www.futilitycloset.com/2009/06/17/frequent-flyer/)