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Mostrando postagens de Junho, 2009

Cartaz do XXVII Encontro Anual de Etologia

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Folder do XXVII Encontro de Etologia

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Em breve surgirá a versão impressa.
Ajude a divulgar, peça uma à organização do Encontro.

Passarinhos (não são corvos nem papagaios) reconhecem pessoas rapidamente em ambiente urbano

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A crescente ocupação urbana* tem levado a uma modificação no comportamento e na ecologia de diversas espéceis de animais. Algumas espécise parecem se beneficiar dessa interação enquanto outras, talvez a maioria, estão em pleno declínio. Um dos motivos do sucesso de algumas espécies em conviver com humanos, em áreas urbanizadas, é a capacidade de se adaptarem adotando estratégias novas ou exacerbando algumas características inerentes de defesa e adaptação. Os mockinbirds (Mimus polyglottos), uma espécie de sabiá norte-americano, da família Mimidae, parecem ser animais privilegiados quanto à capacidade de aprendizagem e particularmente em relação às características físicas de pessoas.Alguns desses pássaros foram observados no campus universitário da Florida (Gainesville), onde vivem em contato com centenas de transeuntes todos os dias. Os pássaros foram submetidos a um elegante experimento para testar a capacidade de se adaptarem ou reconhecerem potenciais predadores. Estudiosos expus…

Uma foto, muitas lágrimas

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Foto realizada por Vanner Boere, dia 14 de junho, 11 horas, na estrada federal que liga Uberlândia a Uberaba, MG, a 1 Km da localidade denominada "Mata do Lobo". Fêmea, prenhe com mamas repletas. Morte ocorreu provavelmente na madrugada (ainda não havia rigor mortis). Poucas escoriações mas uma lesão na cabeça, provavelmente uma pancada de veículo em movimento.
Como a etologia pode contribuir para minorar esses efeitos?

Posse responsável de animais, por etólogos

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Foi publicado na Ciência Hoje, revista da SBPC, uma resenha do sócio Prof. Gelson Genaro juntamente com a Médica Veterinária Eliana Colluci, sobre a posse responsável de cães e gatos. Essa temática passou dos limites administrativos, das políticas sociais, para uma preocupação da ciência e especialmente da etologia.

Os etologistas e aspirantes a tal, deveriam estudar a relação entre donos e donas e seus cães, avaliando o que faz com que haja atração e negligência na criação de animais.

Acima estão fac-símiles do artigo publicado.

Um pássaro que em 45 anos fez viagens entre o País de Gales e o Brasil

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Reunião da Comissão de Estudos sobre Animais da Câmara Municipal de São Paulo

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Por solicitação de Patrícia Monticelli estamos divulgando esse tema:
Excepcionalmente, na próxima semana, a Comissão de Estudos sobreAnimais da Câmara Municipal de São Paulo promoverá reuniões em duas manhãs: terça e quarta-feira, dias 23 e 24 de junho de 2009. A saber: CRIADORES E COMERCIANTES DE ANIMAIS SILVESTRES No dia 23, terça-feira, farão apresentações representantes doscriadores legalizados de animais silvestres e também dos comerciantes que vendem esses animais. Devem participar e palestrar,dirigentes do CBRAS – Consórcio Brasileiro de Criatórios de AvesSilvestres; da COBRAP – Confederação Brasileira de Criadores dePássaros Nativos; e da ABRASE – Associação Brasileira de Criadores e Comerciantes de Animais Silvestres e Exóticos. Estesegmento comercial solicitou aos vereadores da Comissão de Estudos,que fosse aberto espaço para que eles pudessem mostrar seu trabalhoe a colaboração que - segundo afirmam - a criação legalizada oferece para o combate ao tráfico de silv…

Codornas que aprendem são mães que controlam mais suas vidas reprodutivas

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O estudo publicado ontem (17 de junho), on line, demonstra que codornas (Coturnix japonica) que aprendem a se familiarizar com um macho em um determinado ambiente , por um mecanismo e condicionamento pavloviano, ao contrário de codornas que não são condicionadas, produzem mais ovos fertilizados, com maior massa e maior quantidade de filhos do que filhas. Essa resposta se correlacionou com a condição física da fêmea: quanto mais robusta, maiores são os efeitos do aprendizado.

As fêmeas não-condicionadas, ou seja, que não puderam aprender, o maior número de ovos fertilizados dependeu do comportamento sexual dos machos não familiarizados.

Rutkowska & Adkins-Regan (2009). Learning enhances female control over reproductive investment in the Japanese quail. Proceedings of The Royal Society, 1-9.

CARTA ABERTA À SOCIEDADE BRASILEIRA